Lob Infinito #011 — Quando o nosso potencial se torna uma prisão
O erro ameaça. A vitória alivia. A derrota machuca. Mas quando foi que o resultado começou a definir quem somos?

“Não há paz para o homem que viu no que pode se tornar.”
Encontrei recentemente essa frase, atribuída ao filósofo estoico Epicteto, e fiquei pensando nela.
Embora não tenha encontrado uma fonte primária confiável que confirme sua autoria, a frase me provocou uma reflexão.
À primeira vista, parece um convite ao desenvolvimento pessoal. Uma provocação para quem acredita que pode fazer mais, aprender mais, conquistar mais.
Mas existe algo nela que me incomoda.
E se enxergar aquilo que podemos nos tornar for, ao mesmo tempo, uma das maiores fontes de motivação e uma das razões pelas quais nunca estamos satisfeitos?
E se o nosso potencial, em vez de representar apenas uma possibilidade, começar a funcionar como uma cobrança permanente?
Talvez exista uma diferença importante entre desejar evoluir e acreditar que nunca somos suficientemente bons.
E talvez essa diferença fique particularmente evidente no esporte.
A distância entre quem somos e quem imaginamos ser
O ser humano possui uma capacidade extraordinária: imaginar versões de si mesmo que ainda não existem.
O atleta visualiza o jogador que gostaria de ser. O empresário imagina o negócio que poderia construir. O estudante projeta o profissional que deseja se tornar.
Essa capacidade pode orientar nossas escolhas e sustentar comportamentos importantes.
Mas também pode criar uma armadilha.
Quanto mais idealizamos quem poderíamos ser, maior pode parecer a distância em relação a quem somos hoje.
O treino foi bom, mas poderia ter sido melhor.
O resultado foi positivo, mas ainda não foi suficiente.
A conquista foi importante, mas já existe outra esperando.
Em 1987, o psicólogo E. Tory Higgins apresentou a Teoria da Discrepância do Eu, propondo que diferenças percebidas entre quem acreditamos ser, quem gostaríamos de ser e quem sentimos que deveríamos ser estão relacionadas a experiências emocionais distintas.
Essa perspectiva ajuda a compreender por que podemos experimentar frustração mesmo quando estamos evoluindo.
Às vezes, o problema não está no que conquistamos.
Está na referência que utilizamos para avaliar nossas conquistas.
O futuro, que deveria nos orientar, começa a nos acusar.
Quando o erro deixa de ser informação e se transforma em ameaça
Imagine dois jogadores de padel cometendo exatamente o mesmo erro.
Ambos tentam uma víbora e jogam a bola na rede.
O primeiro pensa:
Entrei atrasado na bola. Preciso ajustar meu posicionamento.
O segundo pensa:
Não acredito que errei essa bola. Sou muito ruim. Todo mundo deve estar percebendo.
O acontecimento é o mesmo.
A experiência psicológica, completamente diferente.
Para o primeiro jogador, o erro fornece informação sobre o movimento, a decisão ou a leitura da situação.
Para o segundo, o erro parece revelar alguma coisa sobre quem ele é.
Essa diferença é fundamental.
No primeiro caso, existe espaço para a aprendizagem.
No segundo, surge a necessidade de proteger a própria imagem.
E quando proteger a imagem se torna mais importante do que aprender, o comportamento pode mudar.
O jogador começa a evitar determinadas jogadas, não porque sejam necessariamente escolhas táticas ruins, mas porque teme as consequências emocionais de errar.
Deixa de experimentar.
Passa a jogar para não parecer incompetente.
O medo de errar começa a ocupar o espaço que deveria pertencer à curiosidade de aprender.
Isso se aproxima de um conceito estudado na psicologia: a contingência da autoestima.
Jennifer Crocker e Connie Wolfe, em um trabalho publicado em 2001, discutiram como o valor que atribuímos a nós mesmos pode ficar excessivamente dependente de resultados em determinados domínios.
No esporte, isso pode acontecer quando um atleta passa a avaliar seu valor pessoal quase exclusivamente pelo desempenho.
A consequência é particularmente delicada.
Errar deixa de representar apenas a necessidade de ajustar uma habilidade.
Passa a representar uma ameaça à identidade.
E ninguém gosta de colocar sua identidade em risco.
Talvez por isso alguns atletas prefiram repetir aquilo que já dominam, mesmo quando precisam desenvolver novas competências.
Talvez por isso outros se mostrem tão resistentes a correções técnicas.
Nem sempre é falta de comprometimento.
Às vezes, aprender exige admitir uma dificuldade que o atleta interpreta como uma ameaça à imagem que construiu de si mesmo.
Quando vencer já não traz alegria, apenas alívio
Essa talvez seja a parte mais intrigante.
Imagine um atleta antes de uma competição.
Ele não pensa necessariamente no prazer de jogar, na oportunidade de testar suas habilidades ou na satisfação de enfrentar um desafio.
Pensa no que acontecerá se perder.
Na decepção.
Na cobrança.
Na possibilidade de não corresponder às expectativas.
Durante toda a competição, carrega uma tensão que parece dizer:
Eu não posso perder.
E então vence.
Mas, em vez de experimentar uma satisfação duradoura, sente principalmente alívio.
Ainda bem. Dessa vez não deu errado.
A vitória deixa de representar uma conquista e passa a funcionar como a confirmação temporária de que a ameaça foi evitada.
É uma diferença importante entre buscar algo desejável e tentar escapar de algo temido.
Na psicologia da motivação, essa distinção se aproxima dos conceitos de orientação de aproximação e de evitação.
Quando o principal objetivo é evitar o fracasso, uma vitória pode funcionar mais como o fim momentâneo da ansiedade do que como uma experiência genuína de realização.
E existe uma consequência particularmente cruel nesse mecanismo:
A vitória não resolve a insegurança. Apenas a adia até a próxima competição.
O atleta venceu.
Mas não necessariamente se sente vencedor.
Porque a exigência continua.
Na próxima semana haverá outra partida.
Outro torneio.
Outro adversário.
Outra oportunidade de fracassar.
E aquilo que deveria representar uma experiência positiva pode se tornar apenas mais uma obrigação cumprida.
Talvez esse seja um dos paradoxos mais interessantes da alta performance.
É possível conquistar resultados extraordinários e, ainda assim, experimentar uma satisfação surpreendentemente pequena.
Não porque as conquistas não sejam importantes.
Mas porque a pessoa aprendeu a medir seu valor principalmente pela necessidade de continuar conquistando.
Quando a derrota deixa de ser um resultado e se torna uma sentença
Perder uma partida pode ser frustrante.
E não há nada necessariamente problemático nisso.
O esporte envolve investimento emocional, expectativas e esforço.
É natural sentir tristeza, raiva ou decepção diante de uma derrota.
A questão não é eliminar essas emoções.
A questão é perceber o significado que atribuímos a elas.
Existe uma diferença entre pensar:
Hoje joguei mal.
E concluir:
Eu sou ruim.
A primeira afirmação descreve uma avaliação de desempenho em determinado contexto.
A segunda transforma essa avaliação em uma característica global da pessoa.
A derrota deixa de ser um acontecimento e passa a funcionar como uma suposta prova de inadequação pessoal.
E, dependendo da intensidade e da frequência desse processo, o atleta pode passar a conviver com vergonha, ansiedade antecipatória e comportamentos de evitação.
Perder deixa de significar apenas não alcançar o resultado esperado.
Passa a significar não ser quem ele acredita que deveria ser.
O adversário não é mais apenas a pessoa do outro lado da rede. É também a imagem idealizada que o atleta construiu de si mesmo.
E essa talvez seja uma das competições mais difíceis de vencer.
Porque, enquanto o adversário real possui limitações, comete erros e pode ser superado, nossa versão idealizada parece não conhecer falhas.
Ela sempre poderia ter feito mais.
Sempre poderia ter treinado melhor.
Sempre poderia ter escolhido outra jogada.
Comparar-se continuamente a essa versão pode transformar qualquer resultado em uma experiência de insuficiência.
Mesmo quando ganhamos.
Quando o desempenho sequestra a identidade
Os três fenômenos estão conectados por um mesmo mecanismo psicológico possível: o valor pessoal condicionado ao desempenho.
O erro passa a dizer:
Há algo errado comigo.
A vitória oferece uma confirmação temporária:
Por enquanto, provei que sou capaz.
A derrota parece concluir:
Talvez eu não seja bom o suficiente.
E assim o esporte, que poderia representar um espaço de expressão, aprendizagem e descoberta, corre o risco de se transformar em um tribunal.
Um tribunal em que o atleta é, ao mesmo tempo, acusado, juiz e condenado.
Jennifer Crocker e Connie Wolfe discutiram como a autoestima pode variar conforme sucessos e fracassos em domínios considerados importantes para o valor pessoal.
No contexto esportivo, essa perspectiva nos convida a observar algo fundamental.
O problema não é necessariamente querer vencer. É precisar vencer para sentir que temos valor.
São coisas muito diferentes.
Um atleta pode ser extremamente competitivo, disciplinado e comprometido sem transformar cada resultado em uma avaliação de sua identidade.
Pode querer vencer e, ainda assim, reconhecer que uma derrota não diminui seu valor como pessoa.
Pode sentir frustração, analisar o desempenho e identificar erros sem concluir que ele próprio é um fracasso.
Isso não significa indiferença ao resultado.
Significa desenvolver uma relação mais saudável com ele.
Porque existe uma diferença entre levar o esporte a sério e permitir que o esporte determine inteiramente quem somos.
O que estamos ensinando aos nossos atletas?
Mas existe uma questão que não podemos ignorar.
Ninguém constrói sua relação com o desempenho completamente sozinho.
Treinadores, pais, colegas e ambientes competitivos também participam desse processo.
Pense em como reagimos quando um jovem atleta perde uma partida.
Qual costuma ser nossa primeira pergunta?
Por que você perdeu?
O que aconteceu naquele ponto?
Como conseguiu errar aquela bola?
E quando vence?
Muito bem. Sabia que você conseguiria.
É claro que precisamos discutir erros, analisar decisões e reconhecer conquistas.
Mas vale observar o que estamos comunicando, especialmente quando nossa aprovação, atenção ou demonstração de afeto parecem variar conforme o placar.
A criança ou o adolescente pode começar a interpretar que seu desempenho determina a maneira como será valorizado.
E aquilo que começou como uma atividade prazerosa pode, gradualmente, transformar-se em uma obrigação de corresponder às expectativas.
Não significa que devemos eliminar cobranças, evitar competições ou deixar de estabelecer padrões elevados.
Significa compreender que exigir comprometimento é diferente de condicionar o valor de uma pessoa ao resultado que ela entrega.
Talvez uma das responsabilidades mais importantes de quem acompanha atletas seja ajudá-los a desenvolver uma identidade que não dependa exclusivamente do esporte.
Porque, antes de serem campeões, jogadores ou promessas, eles são pessoas.
E continuarão sendo, independentemente do placar.
É possível treinar uma relação diferente com o erro?
A resposta é sim.
E aqui entramos em uma parte especialmente interessante: não precisamos esperar que nossa maneira de interpretar os acontecimentos mude espontaneamente.
Podemos desenvolver habilidades psicológicas para lidar de maneira diferente com pensamentos, emoções e situações competitivas.
Uma das abordagens investigadas no esporte é a Terapia de Aceitação e Compromisso, conhecida pela sigla ACT, e sua aplicação como treinamento de habilidades psicológicas, além de intervenções relacionadas de mindfulness, aceitação e compromisso.
A proposta não é eliminar pensamentos negativos ou impedir que o atleta sinta frustração.
É desenvolver a capacidade de perceber essas experiências sem permitir que elas determinem automaticamente suas próximas ações.
Em outras palavras:
Não precisamos nos sentir confiantes o tempo todo para agir de maneira comprometida com aquilo que valorizamos.
Um atleta pode reconhecer que está nervoso, frustrado ou inseguro e, ainda assim, direcionar sua atenção para aquilo que precisa fazer no próximo ponto.
Isso não acontece simplesmente porque alguém diz para ele pensar positivo.
É uma habilidade que exige prática.
Um exercício para levar à quadra: perceber, separar e agir
Quero propor um exercício simples, inspirado em estratégias de aceitação psicológica e nas rotinas de preparação utilizadas no esporte.
A ideia é praticá-lo durante os treinos e, gradualmente, utilizá-lo nas competições.
Primeiro: perceber.
Depois de cometer um erro, observe o pensamento que surgiu.
Talvez seja:
Sou muito ruim.
Não posso errar isso.
Vou perder essa partida.
Não tente necessariamente impedir o pensamento.
Apenas reconheça sua presença.
Se ajudar, perceba também como seu corpo está reagindo: a tensão nos ombros, a respiração acelerada ou o impulso de reclamar.
Segundo: separar o pensamento da identidade.
Em vez de afirmar sou muito ruim, experimente mentalmente:
Estou tendo o pensamento de que sou muito ruim.
Parece uma mudança pequena.
Mas a intenção é criar alguma distância entre aquilo que sua mente está dizendo e aquilo que você precisa tomar como verdade.
Na abordagem ACT, esse processo se relaciona à chamada desfusão cognitiva.
Um pensamento não é, obrigatoriamente, uma descrição precisa da realidade.
Você pode reconhecê-lo sem precisar obedecer a ele.
Terceiro: agir.
Direcione sua atenção para uma ação concreta e controlável.
Vou preparar a raquete mais cedo.
Vou recuperar minha posição.
Vou observar melhor o posicionamento dos adversários.
Nesse momento, o objetivo deixa de ser provar que você é bom.
Passa a ser executar a próxima ação da melhor maneira possível.
O processo pode ser resumido em uma sequência:
PERCEBER → SEPARAR → AGIR
Não é uma fórmula mágica.
Mas pode funcionar como uma estrutura prática para desenvolver a capacidade de responder ao erro sem transformar cada ponto perdido em uma avaliação da própria identidade.
E há uma diferença fundamental entre ignorar o erro e aprender a responder a ele.
O primeiro impede a aprendizagem.
O segundo pode favorecê-la.
O que a ciência já investigou?
Essas abordagens não estão restritas a discursos motivacionais.
Em 2021, um estudo experimental com 34 jogadores juniores de elite de hóquei no gelo avaliou um programa de treinamento baseado em aceitação e compromisso.
Os atletas do grupo de intervenção apresentaram melhorias em indicadores objetivos de desempenho, como gols, assistências e finalizações, além de avaliações realizadas pelos treinadores. No acompanhamento de três meses, os benefícios nas avaliações dos treinadores permaneceram, mas os efeitos nas medidas objetivas de desempenho não se mantiveram.
Já uma pesquisa publicada em 2023, envolvendo 34 jogadores de futebol de areia da primeira divisão, encontrou resultados favoráveis em ruminação, flexibilidade cognitiva e medidas de desempenho após uma intervenção de sete semanas, com acompanhamento posterior.
Esses trabalhos não investigaram exatamente o exercício de três passos apresentado aqui, mas oferecem fundamentos científicos para seus componentes.
Também é importante reconhecer as limitações: alguns estudos têm amostras pequenas, utilizam avaliações subjetivas ou apresentam resultados que não persistem igualmente ao longo do tempo.
A ciência oferece fundamentos e possibilidades.
A prática exige consistência, adaptação e avaliação.
O desafio das próximas quatro semanas
Minha proposta é transformar essa reflexão em uma pequena experiência.
Durante 28 dias, pratique a sequência Perceber, Separar e Agir sempre que identificar um pensamento autocrítico durante o treino.
Não precisa esperar uma competição importante.
Pode começar em um treino comum.
Depois de uma víbora na rede.
Depois de uma decisão tática equivocada.
Depois de perder um ponto aparentemente fácil.
Ao final de cada sessão, reserve dois minutos para responder:
Qual situação provocou a reação?
Que pensamento apareceu?
Que ação escolhi em seguida?
Qual foi a intensidade do desconforto emocional, de zero a dez?
Quanto consegui retomar a atenção ao jogo, de zero a dez?
Ao final das quatro semanas, releia seus registros.
Talvez você perceba que continua errando.
Talvez continue sentindo frustração.
Talvez continue querendo vencer tanto quanto antes.
Mas observe se alguma coisa mudou na maneira como você responde aos acontecimentos.
Seu desconforto diminuiu?
Você consegue identificar mais rapidamente os pensamentos autocríticos?
Consegue voltar a prestar atenção à próxima bola, mesmo quando o erro anterior ainda incomoda?
As respostas não constituem um diagnóstico nem uma medida científica de eficácia. São observações pessoais, úteis para refletir sobre seu comportamento.
E talvez aí esteja uma conquista que raramente aparece nas estatísticas de uma partida.
Não necessariamente errar menos. Mas sofrer menos com o significado que atribuímos aos nossos erros.
Três perguntas que talvez precisemos fazer
Antes de encerrar, quero deixar três perguntas.
Você consegue reconhecer sua evolução sem diminuir imediatamente aquilo que conquistou?
Quando perde, você avalia o que fez ou passa a questionar quem é?
Se nunca alcançar a versão ideal que imaginou, ainda conseguirá encontrar valor na pessoa que se tornou durante o caminho?
Não são perguntas fáceis.
Talvez porque nos obriguem a confrontar algo que frequentemente preferimos evitar.
O jogo é apenas o ponto de partida
Continuo acreditando profundamente na disciplina, na aprendizagem e no desenvolvimento humano.
Acredito na importância de estabelecer objetivos ambiciosos.
De desafiar nossos limites.
De buscar aquilo que ainda não conseguimos realizar.
Mas acredito também que precisamos tomar cuidado para não transformar nosso potencial em uma dívida permanente com nós mesmos.
Porque existe uma diferença entre querer evoluir e acreditar que só mereceremos tranquilidade quando finalmente nos tornarmos alguém melhor.
A primeira postura pode nos impulsionar.
A segunda pode nos aprisionar.
Talvez a verdadeira maturidade esteja em conseguir sustentar duas ideias que parecem contraditórias:
Posso querer ser melhor amanhã sem considerar insuficiente quem sou hoje.
E talvez exista uma pergunta ainda mais importante do que quanto estamos dispostos a sacrificar para vencer:
Quanto de nós estamos dispostos a perder quando não vencemos?
Até a próxima.
Luiz Ricardo
Lob Infinito — O jogo é apenas o ponto de partida.
Referências e leituras recomendadas
Sobre identidade, autoestima e desempenho
Higgins, E. T. (1987). Self-discrepancy: A theory relating self and affect. Psychological Review, 94(3), 319–340. https://doi.org/10.1037/0033-295X.94.3.319
Crocker, J., & Wolfe, C. T. (2001). Contingencies of self-worth. Psychological Review, 108(3), 593–623. https://doi.org/10.1037/0033-295X.108.3.593
Sobre treinamento psicológico no esporte
Acceptance and Commitment Training for Ice Hockey Players: A Randomized Controlled Trial (2021). Frontiers in Psychology. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2021.685260
Josefsson, T., et al. (2019). Effects of Mindfulness-Acceptance-Commitment (MAC) on Sport-Specific Dispositional Mindfulness, Emotion Regulation, and Self-Rated Athletic Performance in a Multiple-Sport Population: an RCT Study. Mindfulness, 10, 1518–1529. https://doi.org/10.1007/s12671-019-01098-7
Sabzevari, F., et al. (2023). Effectiveness of Mindfulness-acceptance-commitment based approach for Rumination, Cognitive Flexibility and Sports Performance of Elite Players of Beach Soccer: A Randomized Controlled Trial with 2-months Follow-up. Clinical Practice & Epidemiology in Mental Health, 19. https://doi.org/10.2174/17450179-v19-e230419-2022-33
Rupprecht, A. G. O., Tran, U. S., & Gröpel, P. (2024; publicado online em 2021). The effectiveness of pre-performance routines in sports: a meta-analysis. International Review of Sport and Exercise Psychology, 17(1), 39–64. https://doi.org/10.1080/1750984X.2021.1944271
Para uma reflexão filosófica
Epicteto. Manual (Enchiridion), capítulos 1 e 2 — sobre aquilo que depende de nós e o papel do desejo.
Epicteto. Discursos, Livro I, capítulo 4 — sobre o progresso e sua relação com a tranquilidade.
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O Lob Infinito nasceu da vontade de compartilhar perguntas, descobertas e reflexões que começam no esporte, mas raramente terminam nele.
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Luiz Ricardo
O jogo é apenas o ponto de partida.
